A história começa com uma ideia até divertida: o príncipe italiano Antonio Boniface descobre que um ex-funcionário está usando seu nome e título pra trabalhar como acompanhante. Revoltado, ele vai até os EUA resolver a situação — mas tudo muda quando ele conhece Maria McPhearson.
Maria é aquela mocinha bem ingênua que vira alvo de piada no trabalho depois de ganhar de presente um “encontro com um príncipe”. Com pena dela (e também pra dar uma lição nos colegas), Antonio decide assumir o papel e sair com ela de verdade. A partir daí, a história segue aquele caminho clássico: viagem pra Itália, convivência, atração crescendo e um romance se formando.
Só que… não funciona tão bem quanto deveria.
O casal simplesmente não convence. Até existe atração, mas falta aquela conexão que faz o leitor torcer por eles. Parece tudo meio forçado, como se o romance estivesse acontecendo porque precisa acontecer, e não porque os personagens realmente combinam.
Outro ponto que incomoda é essa dinâmica da Maria querer se manter virgem até o casamento, mas ao mesmo tempo aceitar “aprender” sobre sexo com o próprio Antonio. Era pra criar tensão, mas acaba ficando meio estranho e pouco natural.
E ainda tem o drama com a mãe dele, que não aceita a mocinha porque ainda idolatra a ex-esposa — só que isso também não é tão bem desenvolvido, então não chega a impactar de verdade.
No fim, é uma história com potencial, mas que não empolga. Faltou química, faltou emoção… e o casal, que deveria ser o ponto principal, não conquista.

Nenhum comentário:
Postar um comentário